segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Fisioterapia para Gestantes




A fisioterapia durante a gestação é uma grande aliada para facilitar o parto!

A fisioterapia Obstetrícia é uma especialidade existente na Europa há 20 anos e que começa a ser difundida no Brasil. É indicada principalmente para o tratamento de disfunções urinárias e também para auxiliar a mulher em relação às alterações sofridas pelo corpo durante a gravidez.
O objetivo do tratamento é:

  • Prevenir dores em geral, alterações no assoalho pélvico;
  • Melhorar o controle respiratório facilitando o trabalho de parto, diminuindo a ansiedade e o stress;
  • Proporcionar um parto mais participativo e humanizado, com melhores condições para a mulher vivenciar a gestação e o parto.
A fisioterapia conscientiza a gestante sobre suas alterações fisiológicas, orienta posturas mais adequadas durante suas atividades diárias e amamentação, é indicada para gravidez de baixo risco e com acompanhamento médico a partir do terceiro mês de gestação e pode ir até o último. 



são realizados:

  • Trabalhos de postura;
  • Exercícios perineais;
  • Treino respiratório;
  • Alongamento e fortalecimento de músculos específicos;
  • Conscientização corporal;
  • Drenagem linfática manual;
  • Relaxamento muscular;
  • Exercícios para a região do abdômen, períneo e para pelve..

Interessante, né ?!? 
A gente não cuida só do baby ... a gente cuida da mammy tmb!!!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Fisioterapia Respiratória


A Fisioterapia Respiratória foi a especialidade que mais se desenvolveu em toda a Fisioterapia brasileira, nas últimas três décadas. A princípio, a especialidade da Fisioterapia foi registrada sob a denominação de Kinesiologia respiratória, especialmente na Europa. Na América do Sul, os neumoKinsiólogos tiveram importante
participação nesse processo evolutivo. No Brasil, a primeira vez que se citou
oficialmente a Fisioterapia foi em 1919, com a criação do Departamento de
Eletricidade Médica na USP.
Em 1929, foi fundado o primeiro Serviço de Fisioterapia do então denominado Instituto do Radium Arnaldo Vieira de Carvalho, que funcionava em nível técnico.
Somente em 1951, foi idealizado o projeto de criação do primeiro curso de
graduação em Fisioterapia no país, descrito pelo médico Waldo Rolim
de Moraes. O projeto foi aprovado em 1963 e o curso foi criado em 1967, após a regulamentação da profissão de fisioterapia e terapia ocupacional.
Na década de 70, houve o reconhecimento da importância dessa especialidade (fisioterapia respiratória) nos hospitais. Antes disso, já havia uma acentuada atuação da Fisioterapia Ortopédica e Neurológica, predominantemente ambulatorial, em clínicas especializadas.
A nova atuação da fisioterapia, sem dúvida, possibilitou uma importante
integração multiprofissional e interdisciplinar, o que passou a exigir também
mais estudos e aprimoramento dos profissionais, para que fosse possível atuar
com mais competência nessa especialidade.
Ao longo dos anos a especialidade foi ganhando solidez, sendo que o

fisioterapeuta respiratório foi também inserido como especialização neonatal
nas Unidades de Terapia Intensiva dessa área.

Como as Unidades de Terapia Intensiva no Brasil estão cada vez maiores e mais complexas, a inserção do fisioterapeuta se deu de forma ampla, principalmente após a profissão ser amplamente reconhecida pelo Ministério da Saúde em 1998, na qual se coloca a obrigatoriedade da presença desse profissional nas equipes básicas das Unidades de Tratamento Intensivo.

AMO D+ essa profissão!!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Fisioterapia na UTI Neonatal


Vocês já ouviram falar em Fisioterapia em neonatologia?

Bom, para quem nunca ouviu darei umas dicas da atuação do fisioterapeuta em uma UTI Neonatal...

A fisioterapia visa a intervenção precoce, por meio de fisioterapia respiratória, exercícios terapêuticos, posicionamento adequado e estimulação sensório-motora.
A equipe de fisioterapia acompanha todos os recém-nascidos em assistência ventilatória mecânica e/ou oxigenoterapia, portadores de pneumopatias agudas e crônicas, encefalopatias, doenças cardíacas, alterações ortopédicas, síndromes genéticas, em pré e pós-operatórios e recém- nascidos pré-termo durante o período de internação na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, para garantir a diminuição dos efeitos adversos (respiratórios e motores) causados pelo tempo prolongado de internação.

Galerinha esse é meu mundo!!! AMOOO!!!

NÃO AO ATO MÉDICO!!

Não sei se vocês já ouviram falar do Ato Médico...Pelo projeto, apenas médicos estão autorizados a diagnosticar doenças e prescrever tratamentos. As outras 13 categorias da área da saúde, não.
Ou seja, O fisioterapeuta ( no meu caso) Não poderá dar o tratamento que julga adequado para aquele paciente, dependerá de uma prescrição médica com o que deve ou não ser feito...Isso é um absurdo!!!
Fazemos faculdade, especialização e vivemos nos atualizando para não podermos indicar o melhor tratamento para nossos pacientes?
Então os médicos agora além da faculdade e residência terão que estudar cada categoria da área da saúde entre elas FISIOTERAPIA ... só assim saberão prescrever a terapia adequada para cada paciente com número de sessões, tipo de aparelho, parâmetros, alongamento, fortalecimento e etc...
Cada um no seu quadrado... é tão simples!!!
Para NÃO AO ATO MÉDICO acesse:

http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Conto com o apoio de vocês da área da saúde ou não!!

beijussss